Home | Biografia | Atuação | Artigos | Frases | Notícias | Galeria de Fotos | Vídeos | Áudio | Links | Blog | Fale Conosco |Buscar  
Enquete

O que você sugere para a campanha de Aleluia na TV?

Promessas de Wagner não cumpridas

Mais denúncias sobre violência na BA

Escândalo da quebra de sigilo do cidadão

Projetos do deputado aprovados na Câmara

Votar
Resultados
Veja

Últimas
´Estadista`: Lula compara EUA a elefante que se 'borra' de medo de rat...
Leia mais
Vale a pena investir na Petrobras?...
Leia mais
Desabrigados de Alagoas ainda superlotam abrigos...
Leia mais
Falso procurador estava apto a votar no PT...
Leia mais
Blecaute deixa 190 cidades e 1 milhão de pessoas sem energia na Bahia...
Leia mais
Vice-procuradora-geral Eleitoral Sandra Cureau pede multa contra Dilma...
Leia mais
Cristina acelera troca de anúncios a jornais em troca de apoio à sua a...
Leia mais
Cabo eleitoral, Lula usa ´faixa` para negar vazamento e defender Dilma...
Leia mais
A quebra do sigilo fiscal e o Estado totalitário...
Leia mais
A escolha de Sofia...
Leia mais
'Não vamos entregar cabeça de Cartaxo'...
Leia mais
Serra: autores de violação são petistas 'sem concerto'...
Leia mais
Cartório e familiares derrubam versão do PT...
Leia mais
Veronica teve dados acessados duas vezes...
Leia mais
PT pede à PF que investigue Amaury, repórter de MG, que trabalhou para...
Leia mais

Anteriores
 Blog
 
"Macunaíma", por Dora Kramer
 

 

Dora Kramer, dora.kramer.com.br - O Estado de S.Paulo

Só porque é popular uma pessoa pode escarnecer de todos, ignorar a lei, zombar da Justiça, enaltecer notórios malfeitores, afagar violentos ditadores, tomar para si a realização alheia, mentir e nunca dar um passo que não seja em proveito próprio?
Depende. Um artista não poderia, sequer ousaria fazer isso, pois a condenação da sociedade seria o começo do seu fim. Um político tampouco ousaria abrir tanto a guarda.
A menos que tivesse respaldo. Que só revelasse sua verdadeira face lentamente e ao mesmo tempo cooptasse os que poderiam repreendê-lo, tornando-os dependentes de seus projetos dos quais aos poucos se alijariam os críticos, por intimidação ou desistência.

 

A base de tudo seria a condescendência dos setores pensantes e falantes, consolidada por longo tempo.

Para compor a cena, oponentes tíbios, erráticos, excessivamente confiantes, covardes diante do adversário atrevido, eivados por ambições pessoais e sem direito a contar com aquele consenso benevolente que é de uso exclusivo dos representantes dos fracos, oprimidos e ignorantes.

O ambiente em que o presidente Luiz Inácio da Silva criou o personagem sem freios que faz o que bem entende e a quem tudo é permitido - abusar do poder, usar indevidamente a máquina pública, insultar, desmoralizar _ sem que ninguém se disponha ou consiga lhe pôr um paradeiro - não foi criado da noite para o dia.

Não é fruto de ato discricionário, não nasceu por geração espontânea nem se desenvolveu apenas por obra da fragilidade da oposição. É produto de uma criação coletiva.

Da tolerância de informados e bem formados que puseram atributos e instrumentos à disposição do deslumbramento, da bajulação e da opção pela indulgência. Gente que tem pudor de tudo, até de exigir que o presidente da República fale direito o idioma do País, mas não parece se importar de lidar com gente que não tem escrúpulo de nada.

Da esperteza dos arautos do atraso e dos trapaceiros da política que viram nessa aliança uma janela de oportunidade. A salvação que os tiraria do aperto no momento em que já estavam caminhando para o ostracismo. Foram todos ressuscitados e por isso são gratos.

Da ambição dos que vendem suas convicções (quando as têm) em troca de verbas do Estado, sejam sindicalistas, artistas, prefeitos ou vereadores.

Da covardia dos que se calam com medo das patrulhas.

Do despeito dos ressentidos.

Do complexo de culpa dos mal resolvidos.

Da torpeza dos oportunistas.

Da pusilanimidade dos neutros.

Da superioridade estudada dos cínicos.

Da falsa isenção dos preguiçosos.

Da preguiça dos irresponsáveis.

Lula não teria ido tão longe com a construção desse personagem que hoje assombra e indigna muitos dos que lhe faziam a corte, não fosse a permissividade geral.

Nada parece capaz de lhe impor limites. Se conseguir eleger a sucessora, vai distorcer a realidade e atuar como se presidente fosse. Se não conseguir, não deixará o próximo governo governar.

Agora, é sempre bom lembrar que só fará isso se o País deixar que faça, como deixou que se tornasse esse ser que extrapola.

Recibo. O presidente Lula resolveu reagir e há três dias rebate a oposição no caso das quebra dos sigilos fiscais para negar a existência de propósitos político-eleitorais.

Ocorre que faz isso usando exclusivamente argumentos político-eleitorais. Em nenhum momento até agora o presidente se mostrou preocupado com o fato de sabe-se lá quantas pessoas terem tido seus sigilos violados e seus dados cadastrais abertos por funcionários da Receita sabe-se lá por quê.

O presidente tampouco pareceu sensibilizado com a informação do ministro da Fazenda de que os vazamentos ocorrem a mancheias.

Esses cidadãos não receberam do presidente Lula uma palavra de alento ou garantia de que seus direitos constitucionais serão preservados.

Lula só responde a Serra, só trata do assunto na dimensão eleitoral e assim confirma que o caso é de polícia, mas também é de política.
 

Postado quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 12:44.
 
ver comentários (0)        

Larry Rohter: Governo Obama está perplexo com Lula
 

''O Brasil precisa cumprir com a palavra''

 

 
 

Desde outubro, o jornalista americano Larry Rohter não vem ao Brasil, onde foi correspondente do diário The New York Times entre 1999 e 2007. Mas o País ainda está presente em sua rotina: na última quarta-feira, ele lançou nos Estados Unidos o livro Brazil on the Rise (algo como Brasil em Ascensão) pela editora Palgrave Macmillan. Trata-se de uma introdução às virtudes e às mazelas nacionais para o público estrangeiro, notadamente o dos EUA.

 

"Há um interesse crescente sobre o Brasil", comenta ele ao telefone, de Nova York, ainda com sotaque carioca. "Começo uma turnê no dia 12 e vou dar palestras em cidades que antes não se importavam com o seu país, como Denver e Salt Lake City. Agora, há uma elite interessada." Leia o restante da conversa.

Por que você decidiu escrever essa obra?

Terminado meu primeiro livro, Deu no New York Times (Objetiva), eu tinha ideia de fazer algo complementar. Aquela era a visão de um estrangeiro sobre o País. Agora, o público alvo é o de língua inglesa, que não conhece o Brasil e só ouviu falar de carnaval, Amazônia, queimada, futebol, Pelé, garota de Ipanema. Não conhece o processo de mudanças profundas e quer saber mais sobre o País.

Como trata do incidente ocorrido em 2004, quando você quase foi expulso do Brasil depois de ter publicado um texto no New York Times que dizia ser o presidente Lula um consumidor de cerveja, uísque e cachaça?

Ocupa um parágrafo apenas. Para mim, é passado. E tem pouco a ver com o Brasil atual, pois o livro visa ao futuro. O incidente foi superado. Eu não achei tão relevante assim voltar a falar nisso. Não foi tão contundente fora do Brasil. Foi um momento delicado dentro do País. Comento o incidente num contexto: as instituições brasileiras funcionaram devidamente, ou seja, não fui expulso. A imprensa agiu sobriamente, mesmo não gostando da matéria. Um país democrático funciona assim.

Você aponta semelhanças entre Lula e George W. Bush, como a falta de curiosidade intelectual de ambos. Bush, hoje, vive uma espécie de ostracismo. Assim, o que esperar do futuro de Lula?

Essa é a pergunta que vale milhões de dólares (risos). Eu especulo um pouco no livro. O futuro dele depende do resultado das eleições de outubro. Se o Serra vencer, o Lula automaticamente se lança candidato para 2014. Ele não quer viver aposentado, sentado na varanda de sua casa. Pretende continuar atuando com a política. Com o governo Serra, ele volta a ser candidato. Mas, com Dilma, é mais difícil prever o que vai acontecer: será que ela abriria mão da reeleição para que Lula realizasse seu desejo de voltar ao poder? Outra questão: será que Dilma vai, de fato, presidir o País ou Lula ficará controlando tudo nos bastidores? Acho que ninguém, neste momento, tem elementos para saber o que vai acontecer.

E como poderá ser o ministério formado para o governo da Dilma?

A questão está em saber como ela vai negociar com as várias facções do PT, pois é uma recém-chegada ao partido, com menos de uma década de militância, ao contrário dos 30 anos de Lula, que continua mais popular que o próprio partido. Mesmo no poder, ela teria prestígio necessário para controlar seus partidários?

Até que ponto é prejudicial essa realidade brasileira, em que os políticos são mais valorizados que os partidos?

Isso é reminiscência do clientelismo da época de Getúlio Vargas, ou seja, o líder que conserta tudo. O que acho curioso na atual campanha é o fato de nem Serra nem Dilma serem carismáticos - até certo ponto, são antipáticos, embora com evidentes qualidades. Assim, no livro, coloco uma questão: a atual campanha seria uma aberração ou significa uma mudança fundamental na política brasileira?

Aécio Neves seria o mais promissor entre os jovens líderes?

Bem, não penso em outros nomes. Ele tem um background formidável, a começar pela experiência herdada do avô, Tancredo. E os próximos anos darão ao Aécio uma plataforma para se projetar no cenário nacional. Ele é reconhecido pelas pessoas que acompanham política, mas não pelo povão. Assim, o Senado será o caminho ideal para conquistar esses eleitores.

Em sua opinião, qual seria o modelo de dirigente para o Brasil?

Alguém com conhecimento de economia, com bons instintos políticos e algum conhecimento de política internacional. São três elementos fundamentais. O Brasil terá um papel importante externamente.

E até que ponto a posição do governo brasileiro em relação ao Irã foi prejudicial?

O incidente com o Irã, ou seja, o acordo com a Turquia, foi uma tentativa do Brasil de jogar com os grandes. Foi malsucedida, talvez mal concebida: ainda não entendo como ocorreu o descompasso de comunicação entre o governo Obama e o Itamaraty. Acredito que o Brasil terá um papel construtivo na ONU como potência regional, pois é um interlocutor cada vez mais importante e útil. Mas o processo de aprendizagem é difícil - nós, americanos, ainda fazemos bobagens. Isso requer tempo e experiência. Assim, mais fracassos são esperados, mas terão valor se servirem como lição. Aproveito para esclarecer que sou grande fã do Itamaraty. A diplomacia brasileira é de altíssima qualidade.

Como o governo Obama acompanha o processo sucessório do Brasil? Há simpatia por alguma tendência?

Teríamos de esperar o resultado, mas há dados interessantes. Por exemplo, Obama recusou um convite do Lula para visitar o Brasil antes da eleição, o que pode significar um sinal de que não estaria avalizando a candidatura da Dilma. Uma situação bem diferente da de 2002, quando a embaixadora americana Donna Hrinak afirmou que Lula representava o sonho americano. Foi um tipo de apoio implícito à sua candidatura. Na atual campanha, não houve nada semelhante. Mas é fato que o governo Obama está perplexo com o governo Lula.

Por quê?

Esperava-se um relacionamento mais íntimo, mais cordial, menos problemático. Tenho conhecidos no governo americano que me pedem explicações sobre o comportamento do Lula. Quero dizer, houve incidentes em que o governo brasileiro se comportou de uma maneira fora do comum.

Cite exemplos, por favor.

Durante um discurso, que aconteceu no início do ano no Itamaraty, para alunos do Instituto Rio Branco, Lula zombou da (secretária de Estado) Hilary Clinton e imitou sua voz. Ele contava como ela tentou entrar em uma reunião reservada para chineses, indianos e brasileiros, em Copenhagen, em dezembro passado. (Imitando) "Mas eu sou a secretária de Estado!" Isso caiu muito mal. É bem o estilo do Lula, mas não é diplomático. Claro que nenhum país sério vai orientar sua política com base em uma reação pessoal, mas isso deixou os americanos perplexos.

Mais algum?

Sim. Aconteceu durante o primeiro contato do staff de Obama com o governo brasileiro. Foi em 2008, quando eu cobria a campanha americana: a conversa, que se esperava reservada, acabou vazando para uma conhecida coluna de notícias de um jornal brasileiro. No texto, o Itamaraty se vangloriava de um candidato americano ter mantido contato com o governo. Nos Estados Unidos, é normal esse tipo de sondagem - o que não é normal é o vazamento da história. Eu me lembro que um dos assessores do Obama me perguntou: "Eles são sempre assim?" Respondi que não.

E o que dizer da atuação brasileira na crise de Honduras?

Foi algo que deixou uma certa amargura em ambos os lados. Começaram como aliados e terminaram com alguns atritos. Também evidenciou a habilidade do Hugo Chávez, que conseguiu abrir uma brecha entre Estados Unidos e Brasil.

Aliás, a saída de Lula do cenário internacional como presidente favorece a projeção de outros líderes latinos como Chávez?

Não, porque o Brasil é a oitava economia do mundo enquanto a Venezuela depende do petróleo. Não bastasse isso, o mundo está cansado das palhaçadas do Hugo Chávez, inclusive os países amigos. Ao mesmo tempo, o peso econômico e geopolítico do Brasil é crescente e fatalmente dominará a América Latina.

Um problema que parece insolúvel é a corrupção endêmica e institucionalizada.

É algo complicado que o País precisa resolver, caso contrário o investidor estrangeiro vai ter dúvidas. Ninguém quer pagar propina para ganhar uma licitação. Nesse ponto, o governo Lula representa um retrocesso. Lembre-se que, quando chegou ao poder, em 2002, ele prometeu uma nova era de transparência, de honestidade no governo. E o que experimentamos em oito anos de governo? Uma infinidade de escândalos. Claro que há mais visibilidade, a imprensa tem conseguido denunciar, mas, com o crescimento econômico, as possibilidades de corrupção aumentam. É preciso um controle severo. Daí a importância dos movimentos cívicos - os brasileiros parecem cada vez menos conformados com a corrupção. E, se conseguirem eleger um governo honesto, o País dará um salto enorme.

Qual a vantagem de o Brasil ser sede da Copa do Mundo em 2014 e da Olimpíada no Rio, dois anos depois?

São oportunidades incríveis de o Brasil se projetar, como fizeram Tóquio na Olimpíada de 1964, Seul em 1988 e Pequim em 2008. O fracasso, porém, pode ser muito desastroso. O atraso na construção de novos estádios para a Copa tem relação com a campanha presidencial, pois o futuro governo vai assumir a responsabilidade. Já sobre a Olimpíada, há o agravante de o País ter feito idênticas promessas para os Jogos Pan-americanos, em 2007, e não ter cumprido. O beisebol, por exemplo, esporte que interessa muito aos Estados Unidos, não teve o cuidado necessário: o estádio quase ruiu com o vento e a chuva e não havia jogos noturnos por causa da iluminação deficiente. Ainda há a segurança: o incidente envolvendo o hotel Intercontinental no Rio, há algumas semanas, levantou dúvidas sobre o controle da polícia. Para ser um hóspede de altíssima qualidade, o País precisa cuidar disso. A melhor maneira de projetar um Brasil sério e moderno é cumprir com a palavra.
 



Ubiratan Brasil - O Estado de São Paulo

Postado quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 11:11.
 
ver comentários (0)        

O computador-polvo da Receita de Mauá
 

 Elio Gaspari - Folha de São Paulo

As explicações da Receita e do PT estão cheias de esquisitices, daquelas que o Ministério Público gosta


SE TODAS AS INSTITUIÇÕES funcionarem na velocidade habitual, a quebra do sigilo fiscal do tucanato poderá chegar à primeira condenação (pífia) em 2015, pois esse é o balanço do mensalão de 2005. Ou não irá a lugar algum, como o episódio dos aloprados de 2006. Mesmo com o vigor e a celeridade das instituições americanas, o caso Watergate, ocorrido durante a campanha presidencial de 1972, custou o mandato a Richard Nixon dois anos depois, por ter atrapalhado a investigação. Só em 1974 um de seus colaboradores foi para trás das grades.


A imprensa expôs o crime, mas a quadrilha foi detonada por um juiz rápido e pelos procuradores, socorridos por 43 jovens advogados, entre eles Hillary Rodham, mais tarde, senhora Clinton.


No dia 30 de setembro do ano passado, com uma procuração falsa, o contador Antonio Carlos Atella obteve na Delegacia da Receita de Santo André cópias das declarações de Imposto de Renda de Veronica Serra de 2008 e 2009.


Descoberto o ilícito, informou que jamais pertenceu a qualquer partido: "Tenho nojo de política". Mentira: era filiado ao PT (de Mauá) desde 20 de outubro de 2003. Segundo uma nota divulgada pelo presidente do PT paulista, Edinho Silva, a filiação de Atella jamais se consumou, porque seu nome fora grafado como "Atelka".

Falso. Com a grafia correta, sua filiação foi registrada na 217ª Zona Eleitoral. Petista, Atella é irmão de petista e cunhado de petista, de uma família de fundadores do partido no município.


Coisa esquisita, daquelas que o Ministério Público gosta: oito dias depois da coleta das declarações de Veronica Serra, ocorreu um novo ataque aos seus dados, bem como às contas de cinco grão-tucanos e um parente torto de José Serra, na Delegacia de Mauá.


No dia 3 de abril de 2009, o analista tributário Gilberto Souza Amarante, funcionário da Receita Federal em Formiga (MG) entrou na base cadastral de Eduardo Jorge Caldas Pereira. Amarante é filiado ao PT desde 2001. O cadastro só libera informações triviais, como o número do CPF e o telefone da pessoa e Amarante diz que buscava um homônimo. Esquisito, mas um exame de seu computador poderá esclarecer a dúvida.

Se tiver procurado por outros "Eduardo Jorge", pode-se acreditar nele. Senão, não.


Tomando-se por verdadeiras as palavras das funcionárias da Receita cujas senhas e computadores foram usados para quebrar sigilos, aparecem novas esquisitices. Uma deixava a senha sobre a mesa. Outra emprestava-a a uma subordinada. O ataque ao sigilo das contas de Veronica Serra teria ocorrido no seu horário de trabalho. Os outros, enquanto a mesma servidora almoçava com o marido, pelo 15º aniversário de casamento.


Nesse computador-polvo da Delegacia de Mauá, entre 1º de agosto e 8 de dezembro de 2009, deram-se 2.949 acessos a dados cadastrais ou sigilosos. De acordo com o regime de trabalho da servidora, seriam dez acessos por hora. Esquisito, mas disseram-lhe que o polvo "ligava sozinho".


Durante 20 horas a Receita e o Ministério da Fazenda sustentaram que Veronica Serra assinara uma procuração solicitando a retirada de suas declarações de renda. A informação de que Atella tinha o perfil de um delinquente já estava disponível na burocracia federal.
 

Postado quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 08:55.
 
ver comentários (0)        

   Todos os blogs
 
 
 
""Macunaíma", por Dora Kramer"

 
  Acompanhe Aleluia no Twitter
 
  Lulismo desqualifica a política. E abre caminho para o autoritarismo

Professor Marco Antonio Villa

 
  TV Aleluia
 
 
  Rádio Aleluia


 

 
 

Receba o newsletter por e-mail
 
 
 
josecarlosaleluia.com.br